Se prepare para os negócios do futuro

Se prepare para os negócios do futuro

A tecnologia é presente na vida de todas as pessoas e momentos da história. Afinal, cada produto já teve seu status de inovação.

A máquina de escrever causou revolução, bem como as fichas e os cartões para telefones públicos foram a materialização da praticidade.

No entanto, parece que o tema negócios do futuro está mais popular do que nunca. E não é à toa.

A justificativa são as tecnologias disruptivas que espreitam o mercado, esperando a possibilidade de serem escaladas e popularizadas.

Em paralelo, os empreendedores precisam identificar as oportunidades dessa realidade, ao interpretar as possibilidades para o seu mercado.

Neste post mostramos as tecnologias que estão em alta, ideias inovadoras e alguns players que já estão se beneficiando delas!

Negócios do futuro no presente

NikeLab

No coração de Nova York, a Nike mudou o conceito de personalização no atendimento, cruzando físico e digital.

Na loja conceito, por meio de aplicativo é possível reservar peças para experimentar, e destravar o armário com as peças no tamanho escolhido por QR Code.

Pelo mesmo aplicativo se realiza o pagamento, sendo uma opção entrar e sair da loja sem a necessidade de nenhum atendimento humano.

A NikeLab também oferece personalização de produtos, além da imersão temática em cada um dos seis andares da loja.

Amaro

No Brasil, a Amaro, e-commerce de moda feminina, passou abrir espaços físicos, os Guide Shops.

A ideia é aumentar o contato com a consumidora que pode experimentar e conhecer a marca, além de facilitar a logística de troca e retirada.

Hema Supermarket

Já na China, a Hema Supermarket é uma loja física cuja experiência de compra é articulada pelo smartphone.

Pelo aplicativo é possível escanear o código dos produtos e ter acesso a todas as informações (características, composição e utilização).

Com base de dados ampla (cruzando as pesquisas e compras), o aplicativo também fornece sugestões personalizadas.

Zaitt

Após reconhecimento facial e leitura QR code em aplicativo, a entrada do cliente é liberada na Zaitt, supermercado autônomo brasileiro.

Com unidade em Vitória/ES e São Paulo/SP, a empresa não conta com atendentes, liberando o cliente de filas.

A partir do autosserviço, o consumidor escolhe os produtos que deseja e os escaneia pelo celular, a fim de realizar o pagamento.

O modelo segue a proposta da Amazon Go, também inspiração da Ame Go, versão similar da Americanas para funcionários aqui no Brasil.

No entanto, as duas últimas automatizam, inclusive, o pagamento, diminuindo as perdas do processo.

Isso é possível, pois, contam com tecnologia de ponta como inteligência artificial e câmeras tridimensionais.

Bossa Nova Robotics

Os robôs autônomos da Bossa Nova passam pelos corredores das lojas varejistas escaneando as prateleiras.

Os dados coletados são utilizados para fazer inventário e verificar a necessidade de reposição de estoque.

Com isso, se consegue eliminar erros humanos na conferência das seções, além de aumentar agilidade e confiabilidade das informações de estoque.

Tecnologia Disruptiva

Como mostrado, a quarta revolução industrial tem gerado, mais que burburinho, provas de que o que tem a oferecer modificará a sociedade.

Alguns não veem a hora dessa realidade difundir, outros se amotinam para impor limites a algo inevitável.

Tecnologias, principalmente as ligadas com privacidade e dados das pessoas, realmente, precisam ser regulamentadas, a questão é não boicotar evolução.

Nesse contexto, muito provavelmente você já ouviu notícias ou teve alguma experiência de consumo ou profissional com:

  • Automação;
  • Robótica;
  • Inteligência artificial;
  • Realidade aumentada;
  • IoT (Internet das Coisas);
  • Big Data;
  • Blockchain;
  • RFID.

Inevitável ressaltar que são necessárias ações e planejamento para administrar e amenizar os impactos que vêm junto com elas.

Capacitar e migrar profissionais para áreas técnicas, estratégicas e criativas, a fim de combater possíveis desempregos ou resistência é uma alternativa.

Pois, se algo é certo, é que os produtos precisam ser personalizados e humanizados e já existe falta de mão de obra qualificada no mercado, o que só tende a crescer.

Contudo, não é só de tecnologia que os negócios do futuro são feitos. Muito do que tem sido desenvolvido tem a ver com o perfil da sociedade.

Por um lado, dado o contexto de adaptação e aceitação à tecnologia, com hiperconexão e cada vez mais atividades permeadas por ela.

Por outro, a questão da transformação de comportamento, de valores e de estilo de vida das pessoas.

No que investir primeiro?

A depender da localização da atuação, também se tem diferentes níveis de maturidade do público, tratando-se da absorção de tecnologia.

O que dá certo em cada país tem ligação direta com a cultura dele e aplicar exatamente igual por aqui pode trazer mais prejuízo do que resultado.

A pesquisa Hight Tech Retail da Cromus, focada no Brasil, dá alguns indícios mais personalizados, como analisar investimentos a partir da Matriz de Importância.

Pesquisa Hight Tech Retail da Cromus.

Por isso, saiba como validar as ideias do seu negócio do futuro e comece a testar suas hipóteses para lançá-las no mercado com o menor risco possível !

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