5 dicas para melhorar a taxa de conversão do seu site

5 dicas para melhorar a taxa de conversão do seu site

Se você está sempre por aqui, sabe que a usabilidade é o ponto-chave para que os produtos digitais (sites, plataformas, sistemas, aplicativos) consigam fidelizar seus usuários e, consequentemente, alcançarem alto índice de conversão.

E quando falamos de taxa de conversão estamos nos referindo a uma ação desejada. Ou seja, o objetivo principal de determinada tela. Aquilo que esperamos — e incentivamos a partir dos elementos da interface para — que aconteça.

Assim, produtos digitais têm inúmeras conversões possíveis. Pode ser o contato com a empresa, a solicitação de acesso temporário à solução, o preenchimento de um formulário até a mais conhecida, a efetivação de uma compra ou assinatura.

Claro que o objetivo maior de todo negócio é fidelizar clientes a ponto de serem recorrentes. Contudo, durante o ciclo de vida de um produto (introdução, crescimento, maturação e declínio) existem várias conversões que auxiliam para que potenciais clientes escolham a marca e os demais usuários se fidelizem.

E a usabilidade está intimamente associada a tudo isso durante todo o tempo. Afinal, o usuário sempre terá um sentimento (ainda que seja indiferença) ao entrar em contato com o produto. Trabalhar para que esta experiência seja sempre a mais positiva possível é papel do UX.

Para tanto, neste post trazemos boas-práticas para você implantar sem complicação, a fim de melhorar a conversão da sua página.

1. Identifique a persona

A persona é uma representação detalhada do usuário a partir de um personagem com nome, rosto (imagem ou ilustração) e personalidade. O objetivo dessa ferramenta é proporcionar a maior empatia possível dos profissionais com o consumidor final da solução.

No entanto, todas as características da persona precisam ser baseadas em realidade. Ou seja, conversar com clientes antigos ou, se for um novo produto ou mercado recente, falar com os potenciais-clientes desejados, seja pessoalmente ou por video chamada.

Tal levantamento visa identificar informações como quais são os dispositivos usados, as rotinas de uso (momentos e softwares), os objetivos, os hábitos, os desejos e as profissões dos potenciais ou antigos clientes.

Ao fim das entrevistas, será possível perceber características similares entre as respostas e, assim, se consegue enxergar um perfil predominante que dará origem à persona.

Existe, também, a possibilidade de um mesmo produto ter diversas personas. Contudo, sempre haverá a principal, enquanto as demais são consideradas secundárias.

Com relação à taxa de conversão, as personas são importantes, pois, proporcionam maior precisão, empatia e confiança no time que, a partir delas, desenvolvem experiências melhores, que convertem mais.

2. Mapeie cenários de uso

Outra boa-prática muito útil é a construção de cenários, que são micronarrativas (texto, storyboard, vídeo ou áudio) em que se realiza uma imersão no(s) momento(s) provável(is) da utilização do produto.

Isso porque para desenvolver soluções efetivas é preciso levar em consideração todos os fatores que influenciam a interação, sejam eles positivos ou fontes de distração para o usuário.

Ao conhecer todas as variantes, é possível criar mecanismos na interface que façam a experiência se tornar mais simples, fácil e útil, ainda que o cliente tenha inúmeras dificuldades a sua volta (trânsito, afazeres domésticos ou outros, conforme a realidade do usuário).

3. Faça pesquisas e testes

Ainda que se tenha traçado o perfil com a maior exatidão possível e ter entrado nos pormenores da rotina do usuário, sempre será possível identificar melhorias.

Fazer testes de produtos e diretamente questionar o cliente é sempre positivo para saber quais são as dúvidas, as impressões, as reclamações e os problemas sob o ponto de vista do cliente, o que permite corrigir situações determinantes para a experiência de usabilidade.

As pesquisas podem seguir diferentes metodologias como NPS (Net Promote Score) e SUS (System Usability Scale). O ponto principal é ir ao encontro da opinião do cliente, mas não se prolongar infinitamente, pois, as melhorias também têm prazo de validade. Se demorar muito a implantar ações, a necessidade terá mudado, e a informação colhida já não terá tanta relevância.

4. Invista em relacionamento

Em diferentes momentos é possível dar opções para os usuários para que eles se sintam confortáveis, respeitados e compreendidos pela solução, o que a torna amigável e deixa espaço para que uma oferta futura seja realizada.

Alternativas como “agora não”, “deixa para a próxima” ou convites como “também vistos”, “você pode gostar”, “dê uma olhada em” e “você já viu?” são alguns exemplos de diferentes CTA (calls to action) com objetivos de manter relacionamento, fluir a navegação do usuário ou aumentar a conversão.

5. Atualize a tecnologia

Trazer melhorias e novidades é sempre importante, a fim de identificar o que contribui ou não com a taxa de conversão.

Há obrigações como mobile friendly, em que o produto se adapta aos diferentes tipos e tamanhos de telas.

E também outras possibilidades como acoplar ferramentas, seja de SAC ou chatbots, o que otimiza tempo, uma vez que já estão desenvolvidos, devendo ser testadas a fim de perceber a adesão ou não dos clientes.

Taxa de conversão em alta!

Das dicas que trabalhamos nesse post, a maior e também a que permeia todas elas é a percepção de que UX é a construção de um relacionamento.

E assim como na vida real é preciso respeitar o tempo, os desejos e as necessidades do público em questão, a fim de construir algo duradouro e significativo.

Isso também exige estabelecer credibilidade, o que em ambiente digital, significa deixar os profissionais trabalharem. A ideia de economizar ou querer fazer por conta compromete o desempenho e a qualidade do seu produto (e, consequentemente, a percepção do cliente). O que, literalmente, não vale a pena.

Ao seguir essas boas-práticas o trabalho ainda não acabou. Entenda como melhorar ainda mais a taxa de conversão ao fazer melhorias contínuas no seu produto digital.

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